100 000 visitas. Para um espaço que se prende apenas com o estudo e a análise das regras e leis de Andebol, é muito significativo. Muito obrigado! E como sempre digo... este espaço é de todos, para todos.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
SEGUNDA PARTE MAIS LONGA
terça-feira, 19 de outubro de 2010
PARTE MAIS CURTA
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
PRIMEIRA PARTE MAIS LONGA
É verdade que não é fácil convencer alguns Oficiais (já nem falo do público...) de que é este o procedimento correcto, mas a verdade é que a regra é clara. Mas este até é dos casos em que considero o desconhecimento da regra como "normal", ou pelo menos "aceitável", por parte de jogadores e técnicos. Oficiais responsáveis por equipas e/ou Directores de Campo já poderão/deverão ter mais conhecimento sobre estas regras "laterais".
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
NÚMERO MÍNIMO DE ATLETAS
Uma equipa tem que ter no mínimo 5 jogadores no terreno de jogo no inicio do jogo.
(...)
O jogo pode continuar, mesmo que uma equipa seja reduzida a menos que 5 jogadores no terreno de jogo.
Caberá aos árbitros decidir se e quando o jogo deve ser definitivamente terminado.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
VÍDEO 14
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
VÍDEO 13 - análise
PASSOS?
De forma alguma. O jogador dá, no máximo, 2 passos. Parece-me até que só dá um (com o pé esquerdo), uma vez que o primeiro apoio me parece o momento zero.
VIOLAÇÃO?
Nem antes, nem depois de saltar!
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
VÍDEO 13
- Quem acha que há passos?
- Quem acha que há dribles?
- Quem acha que há violação da área?
sábado, 25 de setembro de 2010
NOVAS REGRAS 2010 - outros casos
Há, ainda, outras situações, como as faltas atacantes sem bola, ou as violações de área por parte dos jogadores que não têm posse de bola, que estavam já regulamentadas, e que deverão continuar a ser alvo de particular cuidado.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
NOVAS REGRAS 2010 - zona da mesa
Nela, não é permitida a permanência de qualquer elemento ligado às equipas, exceptuando os casos em que existe a necessidade de um contacto com a mesa para um qualquer esclarecimento, ou para a solicitação de um time-out.
Sempre que um treinador entrar nesta zona com o cartão verde na mão, deverá ser concedido um time-out a essa equipa, ainda que não seja essa a sua intenção inicial. Caso o treinador insista que não quer o time-out, então haverá lugar a sanção disciplinar, porque se considera que o treinador está numa zona que lhe é interdita. Aqui surge a necessidade de haver um pouco de bom senso e compreensão da parte de quem dirige o jogo e de quem está na mesa. Não é por um treinador estar com um pé do outro lado da linha que se vai interromper o jogo, nem tão pouco se vai punir alguém que esporadicamente por lá passar de forma justificada.
Além disso, se nós pedimos compreensão para os erros de adaptação decorrentes destas alterações, também temos de ser compreensivos com a outra parte.
Fica a necessidade de fazer aqui uma distinção...
Já me foi dito por algumas pessoas (de clubes, entenda-se) que esta zona corresponde à zona de substituições. Erro! A zona de substituições tem 4,5m para cada lado, e não 3,5m. A marcação a introduzir não deverá coincidir com o prolongamento da linha de substituições!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
NOVAS REGRAS 2010 - situação do GR
- O GR da equipa A defende um remate;
- O ponta esquerda da equipa A sai em contra-ataque, virado para o seu próprio meio campo, com o intuito de peceber o desenrolar dos acontecimentos;
- O GR de A tenta colocar a bola no seu PE, através de contra-ataque directo;
- O GR de B sai ao lance;
- O PE de A e o GR de B colidem no seu movimento.
Decisão disciplinar:
Desqualificação para o GR de B.
Decisão técnica:
Livre de 7m, considerando que se geraria uma clara oportunidade de golo.
E na hora de discutir as variantes, podemos pensar no tal conceito de justiça... Mas a questão que se coloca é a de outro conceito, o de RESPONSABILIDADE.
Quem tem a responsabilidade do contacto? O GR.
Quem poderia ter evitado o contacto? O GR.
Quem corre o maior risco de lesão? O ponta.
Quem se deve punir? O GR...
Pessoalmente, acho que esta lei é demasiado restritiva e castradora dos movimentos dos GR, mas tornou-se imperioso criar um critério, e este foi o escolhido. Resta aos GR serem perspicazes na hora de optarem pela tentativa de interceptar um contra-ataque. Mas vamos às variantes.
- E se o GR agarra a bola primeiro e só depois se dá o contacto com o ponta em corrida? Cartão vermelho ao GR e livre de 7m.
- E se o GR se arrepende e tenta recuar, não conseguindo evitar o contacto com o ponta em corrida? Cartão vermelho ao GR e livre de 7m.
- E se nenhum dos 2 agarra a bola e só ocorre o contacto? Cartão vermelho ao GR. Livre de 7m se se entende que o jogador em contra-ataque poderia criar uma oportunidade de golo se controlasse a bola.
- E se o ponta agarra a bola, passa pelo GR, e é agarrado por este LATERALMENTE? Livre de 7m e exclusão de 2 minutos ao GR.
- E se o jogador em contra-ataque se apercebe da presença do GR, se vira e vai contra o GR TENTANDO SACAR A DESQUALIFICAÇÃO AO SEU ADVERSÁRIO? Falta atacante e exclusão ao jogador que fazia o contra-ataque.
A variante 5 deixa claro que não se deve marcar SÓ falta atacante. Nos casos destes contactos mais duros, haverá sempre quem tem a responsabilidade de evitar o contacto, podendo, no caso do atacante, considerar-se que houve tentativa de ludibriar o árbitro através de simulação.

